domingo, 21 de junho de 2009

Amo-te

Quando amamos como se o amanhã não existisse
Quando o amanhã deixou de existir, só temos o outro.

-Tens os olhos vidrados!

As certezas são todas, mas há verdades que custam a ouvir, então as assas são cortadas. Elas vão-se, mas os anéis ficam. Os castelos dos putos e dos homens deixaram de ser só castelos agora transformaram-se num mundo só nosso.

-Tas todo babado.

E depois há as Madalenas que nos visitam de quando em vez. E tem de ser tudo tão difícil? Pensava que estas coisas só aconteciam aos outros. Parece que não sou assim tão forte como julgava.

- Não quero que isto acabe.

Tens de ser forte, se bem que as raízes são essenciais, a flor e que transporta a nova vida. E sei que só te tenho a ti.

-Não é assim que vais conseguir mudar.

Metem-te numa batalha que não é a tua e que ao principio já esta perdida. Eles não sabem mas eu nem cavalo tenho. E quem precisa de um quando não se tem nada para vencer.

-Tenho orgulho de quem sou.

-Tenho orgulho de quem és, meu homem.




Sempre aqui.

Ricardo

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